Sou do Exército da Paz

Forças Armadas Suecas

A Försvarsmakten (Forças Armadas da Suécia) são a principal força de defesa da Suécia e responsáveis por operações de segurança nacional (sob controle do ministério da defesa). Sua função primária atual é preparar pessoal para missões de paz no exterior, ao mesmo tempo que se mantém pronta para defender o país em caso de guerra. Seus três braços são o exército, a força aérea e a marinha. De jure, o Comandante em chefe das forças armadas é o Rei, porém o de facto controle esta nas mãos do Parlamento, do ministério da defesa e do Comandante Supremo (Överbefälhavaren, o comandante com a patente mais alta a mais tempo em serviço).

Apesar da neutralidade durante a guerra fria, as forças armadas do país mantinham a conscrição (alistamento obrigatório) para todos os homens em idade de serviço. Em 2010, a conscrição em tempos de paz foi abolida. Como resultado, o número de recrutas masculinos caiu consideravelmente, enquanto o de mulheres cresceu ligeiramente. O recrutamento tem procurado pessoas com vocação militar, em vez daqueles que são somente aptos fisicamente. Por lei, todos os militares que servem no exterior tem que ser voluntários. Em 1975 havia cerca de 45 000 conscritos. Em 2003 o número já havia caído para menos de 15 000.

Nos dias atuais, as forças armadas da Suécia são formadas apenas por voluntários. No exterior, possui missões na República Democrática do Congo, Chipre, Bósnia e Herzegovina, Kosovo, Libéria, Líbano, Afeganistão e Chade.

Atualmente, a capacidade defensiva das forças armadas do país é considerada baixa. Apesar da forte indústria bélica nacional, a pouca quantidade de recrutas faz com que não haja pessoal suficiente para suprir as necessidades de defesa. Planos para expandir o exército estão em andamento mas esbarram em questões políticas e falta de verbas. Para tentar dar a volta por cima disso, a Suécia tem tentado expandir seus laços com a OTAN, a União Europeia e os vizinhos escandinavos.

Festival 2016…Igualdade de tratamento… Na Suécia, a Educação Sexual faz parte do conteúdo programático das escolas desde o Ensino Fundamental. Depois, as aulas de educação sexual se intensificam e o tema puberdade é acrescentado.

No que se refere à temática LGBT, as escolas são obrigadas a incluir assuntos dessa natureza logo no começo da vida escolar, entre a quarta e a sexta séries. Essa iniciativa faz parte do chamado ”plano de igualdade de tratamento, em vigor em todas as escolas suecas”, informa Hans Olsson, conselheiro em Educação Sexual da Associação Nacional Sueca para Educação Sexual (RFSU).

” O acolhimento não deve estar ligado a julgamento. Acolhe-se porque se ama, independente do mérito da pessoa.”

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